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Somos pela defesa do bio para todos

Vinho
Alentejo

E se escolher biológico fosse simplesmente escolher vinho?

Pensa nas últimas vezes em que abriste uma garrafa de vinho. Um jantar com amigos ou com a família, um momento de sossego depois de um dia cheio no trabalho, um almoço de domingo, uma terça-feira.

Nenhum destes momentos exigiu grande reflexão. Escolheste um vinho de que gostas e decidiste que era o que fazia mais sentido ali, naquele agora em que estavas a viver. É assim que quase todas as pessoas escolhem um vinho e está tudo bem.

Alguma dessas garrafas era de um vinho biológico?

Poucas ou nenhuma, certamente. Só que a explicação que mais se ouve (“as pessoas não sabem”, “as pessoas não dão valor”, “as pessoas não querem pagar mais”) não nos convence. O bio não chegou à mesa lá de casa porque não foi feito para todos. Apresentou-se caro, apresentou-se raro e apresentou-se técnico. Sempre pediu demasiado e nunca ninguém explicou bem o motivo.

O novo Defesa parte da simplicidade. Escolher biológico devia ser tão natural como escolher o que vais fazer para o jantar.

O que ganhas ao abrir esta garrafa?

Nada tem a ver com status. Tem tudo a ver com o que vês no copo.

Numa vinha em modo biológico não entram produtos químicos de síntese. Isso não é um detalhe e muda toda a forma de trabalhar. Sem atalhos, é preciso olhar mais para a vinha, perceber o solo e como preservá-lo, acompanhar cada parcela e agir na altura certa em vez de agir por hábito. Dá mais trabalho, mas as vinhas ficam mais equilibradas.

E vinhas equilibradas dão uvas equilibradas e que chegam à adega com menos desvios para corrigir.

É aqui que se nota a diferença. Quanto melhor é a uva, menos é preciso fazer na adega. Menos correções, menos intervenção, menos maquilhagem. O vinho fica mais parecido com o sítio de onde veio e com o ano agrícola em que nasceu.

No caso do Defesa, isto dá origem a dois vinhos frescos, equilibrados e gastronómicos, mas acima de tudo, feitos para a mesa.

"O mais importante é que as pessoas gostem do vinho e tenham vontade de voltar a bebê-lo. Com o Defesa queremos que possam juntar a isso outra coisa: saber que estão a escolher um vinho biológico, produzido de forma responsável, fácil de encontrar e a um preço acessível. Quanto mais simples essa escolha, mais natural ela se torna".

José Luís Moreira da Silva, CEO e Enólogo do Esporão

Não precisas de saber o que é uma certificação para gostares deste vinho, nem de uma ocasião especial. Não precisas de perceber de agricultura biológica sequer. O bio estará sempre presente no teu copo porque é a melhor forma de o fazer.

Fazer bio exige mais cuidado. Mas não tem de ser mais caro.

A agricultura biológica leva mais tempo e exige mais responsabilidade. Isso é verdade e não precisamos de dourar a pílula ou de fingir. O que não é verdade é que se traduza necessariamente num preço mais alto para quem bebe.

O Defesa custa 6,99€ (PVPR) e está disponível em todo o país. Se podíamos ter feito um vinho biológico caro? Podíamos. Mas seria mais um vinho biológico para quem já os bebe e isso não mudaria nada.

Queremos democratizar o acesso ao vinho biológico. Queremos levar o vinho biológico a todos.

O bio só tem impacto real quando for para todos.

O impacto da agricultura biológica não se mede no copo. Mede-se nos hectares de vinha que deixaram de receber produtos químicos de síntese, nos solos que recuperaram vida, na água que não foi contaminada. E um vinho biológico que é produzido em pouca quantidade, converterá sempre muito pouca vinha.

Ou seja, o bio só tem impacto real quando for para todos. Isto é matemática simples. Quanto mais pessoas beberem bio no seu dia a dia, mais vinha se conseguirá converter. E quanto mais vinha se converter, mais o bio conta.

Tornar o Defesa um vinho biológico não é um favor que fazemos nem uma manobra de marketing. É a única forma desta luta valer alguma coisa.

A agricultura biológica faz parte do Esporão desde 2007, com o início da conversão integral e certificação agrícola e florestal para esse modo de produção. Foi uma mudança lenta, feita ao longo de anos. Trazer o Defesa para esse caminho era o passo natural seguinte, permitindo-nos levar o bio a muito mais mesas, a muito mais pessoas.

O que muda no Defesa

O Defesa é uma das marcas históricas do Esporão e teve um papel importante na democratização dos vinhos do Alentejo. Já fez uma vez o que está a fazer agora. Se já o conheces, há novidades. Se ainda não o conheces, fica aqui o essencial que precisas de saber.

Passa a ser biológico e certificado. Já viste o símbolo verde com a folha branca no rótulo? É assim que identificas uma certificação biológica ao longe.

Passa de regional alentejano a DOC Alentejo. Uma maior exigência, que reflete a origem das uvas e o compromisso com a região.

Mantém o perfil que o tornou conhecido. Continua fresco, equilibrado e gastronómico. Mudou o método, mas não mudou aquilo a que se propõe no teu copo.

Tem uma imagem nova. Mais simples, atual e coerente com a nova visão da marca.

Deixou de ter cápsula. A cápsula é a película que está à volta do gargalo de uma garrafa. A sua função é meramente estética e não tem qualquer influência na conservação do vinho. Mesmo que os nossos avós teimem que sim. Ao eliminá-la, contribuímos para uma embalagem mais sustentável e descomplicada.

Conhece a fundo cada Defesa

Somos pela DEFESA do bio para todos

Não fizemos um bio para poucos. Fizemos um bio para todos os dias e, por isso, para todos.

Da próxima vez que abrires uma garrafa a meio da semana, que seja porque te apetece. Tudo o resto já está feito.